
Repouso o meu corpo entre tecidos leves e quentes pronta a adormecer nas profundezas do meu ser, mas as imagens trespassam-me mente e coração. Por vezes ainda vejo o teu vulto ao longe, ainda corro à tua procura, como quando fugiste. A dor assusta-me e esqueço que existes, mas recordações retornam para me assombrar.
Chamo o teu nome no escuro, grito que voltes, peço que este sufoco termine, por fim, caio desamparada na realidade. Acabou.
05-08-08
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